quinta-feira, 10 de maio de 2012
Sobre o círculo, segundo Alce Negro.
Hehaka Sapa, Alce Negro, chefe e místico Sioux Oglala falando sobre o simbolismo do círculo
“Vocês já perceberam que tudo o que um índio faz está dentro de um círculo, isto porque o Poder do Mundo trabalha sempre em círculos e as coisas todas tentam ser redondas. Nos velhos dias, quando ainda éramos um povo forte e feliz, o nosso poder provinha do anel sagrado da nação, e enquanto este anel manteve-se intacto o povo floresceu. A árvore florida era o centro vivo do anel e o círculo dos quatro quadrantes a alimentava. O leste trazia a paz e a luz; o sul, o calor; o oeste, a chuva; e o norte, com seu vento rijo e frio, trazia a força e a paciência. Este conhecimento foi a religião que nos trouxe do mundo exterior. Tudo o que o Poder do Mundo faz é feito em círculo. O céu e redondo e ouvi dizer que a terra é redonda como a bola, e as estrelas também. O vento, no seu máximo poder, rodopia. Os pássaros constroem ninhos em círculos, pois a religião deles é igual à nossa. O sol vem e vai num círculo, como a lua, e ambos são redondos.
Mesmo as estações formam um grande círculo em suas mudanças, voltando sempre ao ponto em que estiveram. A vida de um homem é um círculo de infância a infância, e assim em tudo o que o poder move. Nossas tendas eram redondas como os ninhos dos pássaros e dispostas em círculo, o anel da nação, um ninho de muitos ninhos que o Grande Espírito nos deu para gerar nossos filhos.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Como você espera que Deus possa encontrá-lo?
Você deu o endereço certo para Deus?
“Se você tinha que ser um dançarino, a vida virá por aquela porta, porque ela pensa que você é um dançarino. Ela bate na porta, mas você não está lá; você é um bancário. E como a vida vai saber que você se tornou um bancário? Deus vem a você da maneira que ele quer que você seja; ele conhece apenas aquele endereço. Mas você nunca é encontrado lá, você está sempre em algum outro lugar, escondendo-se atrás da máscara de alguém que não é você, com os trajes de alguém que não é você e usando o nome de alguém que não é você. Como você espera que Deus possa encontrá-lo? Ele segue procurando por você. Ele sabe o seu nome, mas você abandonou aquele nome. Ele conhece o seu endereço, mas você nunca morou lá. Você permitiu que o mundo desviasse você”.
"Osho"
“Se você tinha que ser um dançarino, a vida virá por aquela porta, porque ela pensa que você é um dançarino. Ela bate na porta, mas você não está lá; você é um bancário. E como a vida vai saber que você se tornou um bancário? Deus vem a você da maneira que ele quer que você seja; ele conhece apenas aquele endereço. Mas você nunca é encontrado lá, você está sempre em algum outro lugar, escondendo-se atrás da máscara de alguém que não é você, com os trajes de alguém que não é você e usando o nome de alguém que não é você. Como você espera que Deus possa encontrá-lo? Ele segue procurando por você. Ele sabe o seu nome, mas você abandonou aquele nome. Ele conhece o seu endereço, mas você nunca morou lá. Você permitiu que o mundo desviasse você”.
"Osho"
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Para onde vamos?
Quem disse que a natureza não dá saltos?
Assim como s minerais, os vegetais e todas as espécies de animais, nós, seres humanos, fazemos parte da natureza.
Levamos milhares de séculos para chegar a 1 bilhão de habitantes, no final so século XIX. Em pouco mais de 100 anos, mudamos a face do planeta, construindo, asfaltando, derrubando florestas, poluindo o ar, os rios, a terra e a água.
Nesse curto espaço de tempo, inventamos o vapor, as máquinas, o carro, o avião, o rádio, a televisão, os computadores, a internet.
Revolucionamos a ciência e a medicina, e aumentamos a expectativa de nossa vida e ajudamos a diminuir a expectativa de vida do planeta, com ameaças como a energia nuclear e as invenções e construções que ameaçam o ecossistema.
Mudamos radicalmente nosso comportamento década a década, principalmente dos anos 50 do século XX até hoje. Tudo em compasso com uma capacidade de processar um crescente volume de informacões avassalador.
Algumas coisas não mudaram tanto: a distribuição de renda continua concentrada (cada vez mais), permitindo que somente uma minoria tenha acesso a maioria dos bens imateriais e materiais, como saúde, educação, moradia, carros, lazer de qualidade e determinados bens de consumo,
A aceleração das mudanças geopolíticas economicas é também visível. Regimes e sistemas sobem e descem, transformam-se, entram e saem rapidamente.
Tudo passou a ser descartável com grande facilidade e muda-se tudo em poucos anos, meses , dias e até em horas, minutos, segundos.
Acostumados e vivendo uma avalanche de informações e mudancas rápidas, principalmente as novas geracões, adquirem comportamentos e opiniões igualmente descartáveis e continuamente mutantes, dando corpo a superficialidade em detrimento do aprofundamento nas questões que se apresentam.
O empobrecimento cultural quando se tem assim tantas oportunidades de acesso a cultura é alarmante, mesmo para quem tem acesso a boa educação.
Com pouca capacidade de visão e com cenários rapidamente mutantes, seguimos sem mapas, viajando para o desconhecido, enquanto a população aumenta e a distribuição de renda encolhe.
Para onde vamos?
Assim como s minerais, os vegetais e todas as espécies de animais, nós, seres humanos, fazemos parte da natureza.
Levamos milhares de séculos para chegar a 1 bilhão de habitantes, no final so século XIX. Em pouco mais de 100 anos, mudamos a face do planeta, construindo, asfaltando, derrubando florestas, poluindo o ar, os rios, a terra e a água.
Nesse curto espaço de tempo, inventamos o vapor, as máquinas, o carro, o avião, o rádio, a televisão, os computadores, a internet.
Revolucionamos a ciência e a medicina, e aumentamos a expectativa de nossa vida e ajudamos a diminuir a expectativa de vida do planeta, com ameaças como a energia nuclear e as invenções e construções que ameaçam o ecossistema.
Mudamos radicalmente nosso comportamento década a década, principalmente dos anos 50 do século XX até hoje. Tudo em compasso com uma capacidade de processar um crescente volume de informacões avassalador.
Algumas coisas não mudaram tanto: a distribuição de renda continua concentrada (cada vez mais), permitindo que somente uma minoria tenha acesso a maioria dos bens imateriais e materiais, como saúde, educação, moradia, carros, lazer de qualidade e determinados bens de consumo,
A aceleração das mudanças geopolíticas economicas é também visível. Regimes e sistemas sobem e descem, transformam-se, entram e saem rapidamente.
Tudo passou a ser descartável com grande facilidade e muda-se tudo em poucos anos, meses , dias e até em horas, minutos, segundos.
Acostumados e vivendo uma avalanche de informações e mudancas rápidas, principalmente as novas geracões, adquirem comportamentos e opiniões igualmente descartáveis e continuamente mutantes, dando corpo a superficialidade em detrimento do aprofundamento nas questões que se apresentam.
O empobrecimento cultural quando se tem assim tantas oportunidades de acesso a cultura é alarmante, mesmo para quem tem acesso a boa educação.
Com pouca capacidade de visão e com cenários rapidamente mutantes, seguimos sem mapas, viajando para o desconhecido, enquanto a população aumenta e a distribuição de renda encolhe.
Para onde vamos?
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Coracão e cérebro se comunicam muito, mas muito mesmo.
A Neurocardiologia descobriu que o coração possui seu próprio e intrínseco sistema nervoso em uma rede de nervos tão sofisticado quanto funcionalmente para ganhar a descrição de um "cérebro e coração."
Contendo mais de 40.000 neurônios, "essa mente em menor escal
a” dá ao coração a capacidade de processar informação de forma independente do cérebro, tendo senso, tomando decisões, e até mesmo demonstrando um tipo de aprendizado e memória. Veja mais: http://eftbrasil.blogspot.com/2011/08/conexao-coracao-e-cerebro.html
Contendo mais de 40.000 neurônios, "essa mente em menor escal
a” dá ao coração a capacidade de processar informação de forma independente do cérebro, tendo senso, tomando decisões, e até mesmo demonstrando um tipo de aprendizado e memória. Veja mais: http://eftbrasil.blogspot.com/2011/08/conexao-coracao-e-cerebro.html
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
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