quarta-feira, 14 de setembro de 2016
A volta de Jesus!
E SE JESUS VOLTASSE? SERIA UM PEGA PRA CAPAR.
É muito fácil falar bem de Jesus, à distância, vendo-o a partir de uma história longínquua de há mais de 2 mil anos. E se ele estivesse aqui hoje? Seria certamente chamado de agitador social, que vive defendendo o direito das minorias, dos pobres, que crticaria as “Romas” e os “romanos” de hoje, um sujeito imoral que diria para abandonar pai e mãe, um louco que se julgaria Deus, um maníaco que viveria querendo expulsar vendilhões de milhões de templos, chamando religiosos de hipócritas, desafiando os poderes dos “césares” atuais. Diriam pra ele, comunistinha de merda, ir pra Cuba e depois achariam um modo de prendê-lo e matá-lo. Então, séculos depois, fariam uma religião em seu nome, e cometeriam milhares de crime dali em diante, tendo a igreja como escudo. Seu nome passaria a ser uma marca de altíssimo valor, que venderia todo tipo de objetos, livros, bugigangas, e as igrejas e seus líderes seriam riquíssimos, com um número cada vez maior de novas facções, que venderiam carnês e pediriam dízimos e ofertas especiais para a igreja, para a salvação, dizendo que é dando que se recebe e se prova a fé, fazendo de muitos sacerdotes ou bispos pessoas milionárias pelo mundo. A maioria dos que pedem ou anunciam sua volta querem tudo, menos que ele volte.
sábado, 13 de agosto de 2016
Trabalho
Trabalho é fazer o que se gosta, senão é apenas esforço
Trabalho é profissão, mas é também condição, dignidade
Trabalho é autoanálise diária, esculpir a si mesmo a cada instante
Trabalho é aprender a enxergar o outro, além de si mesmo
Trabalho é interrelação constante, aprender a arte de estar com
Trabalho é saber que estar só não precisa ser solidão
Trabalho é entrar em contato consigo mesmo, vendo que o si mesmo não é o que se pensava
Trabalho é enxergar com a mente e o coração e chegar à intuição
Trabalho é ir além das palavras, compreender os gestos e o olhar
Trabalho é não ser mais mercadoria nem apenas público-alvo
Trabalho é não ser estatística
Trabalho é aprender a domar-se
Trabalho é descobrir que há hora para tudo, até para Baco
Trabalho é dividir o tempo entre Apolo e Dionísio
Trabalho é saber curtir o lazer senão perde o sentido
Trabalho é apaixona-se pelo trabalho sem perder a paixão por tudo que vale a pena
Trabalho é se ver um grão de areia no Universo e o próprio Universo inteiro
Trabalho é receber bem pelo trabalho senão é escravidão remunerada
Trabalho é não se sentir trabalhando mas crescendo enquanto se trabalha
Trabalho é não se render nunca por apenas dinheiro sem abrir mão do necessário
Trabalho é o que se menos pratica e é do que mais se fala
Perder a ilusão
Quando se perde a ilusão ganha-se a lucidez
Quando se perde uma paixão ganha-se olhos de ver
Quando se perde o querer ter razão ganha-se a evolução
Quando se perde o status ganha-se amigos verdadeiros
Quando se perde o chão ganha-se um novo terreno
Quando se perde a religião ganha-se a consciência do eu verdadeiro
Quando se perde na multidão ganha-se a si mesmo
Quando se perde a beleza ganha-se a verdade na relação
Quando se perde um amor ganha-se a promessa de um amor verdadeiro
Quando se perde um herói ou heroína ganha-se o poder de ver além das maścaras
Quando se perde um amigo, ganha-se o saber do que é um amigo
Quando se perde a mania de olhar somente o próprio umbigo
ganha-se o universo inteiro
sábado, 23 de julho de 2016
O universo somos nós
Música? Teatro? Dança? Literatura? Cinema? Design? Escultura? Pintura? Arquitetura? Artesanato?
Não, viver é a grande arte a ser aprendida, principalmente nestes tempos, onde a estagnação luta e berra desesperadamente contra a evolução. A injustiça contra a justiça. O preconceito contra a alteridade. Paz ciência, no olho do furacão!!! Saber quando ou não chutar o balde para não se arrepender depois. Há momentos para tudo em um universo em constante movimento, onde a polaridade está em tudo e a busca de transcendê-la é a meta, mas o meio é respeitar a si mesmo e a os outros, os limites de cada um, sabendo que o ilimitado mora em nós, sem exceção. Superar o sim e o não só nós podemos fazê-lo,pois não somos máquinas, somos os criadores delas, que tabalham exclusivamente dentro dessa caixa fechada. Nós, que temos o eterno, o não tempoe o não espaço em nossa consciência primeira, somos os próprios representantes desta criação divina, o próprio meio onde ela se Autoconhece, se expande em múltiplas formas. Não existe universo sem a nossa consciência. O universo somos nós.
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Jesus jamais apoiaria o cristianismo.
Poucas coisas são tão evidentes como isso:
- Jesus jamais apoaria o cristianismo, nem nenhuma das inúmeras religiões existentes. Afinal, ele falava em amar o próximo, amar os inimigos, em paz na terra aos homens de boa vontade, em não dividir, em descobrir o Reino dos Céus dentro de nós, criticava fariseus e saduceus, expulsava vendilhões dos templos, descia a lenha nos hipócritas, nos moralistas que jogavam pedra nos outros, nos que acumulavam só pra si e faziam caridades para comprar um lugar no céu, nos sacerdores lobos em pele de cordeiro, nos fanáticos donos da verdade, nos que se amarravam à letra morta das escrituras, nos cegos que guiavam outros cegos. E dizia sempre: - Quem tem olhos para ver que veja! Uma coisa é o Mestre, outra as religiões que os homens constroém em cima deles. Isso vale para Jesus, Buda, Krishna, Moisés e David, Maomé, etc.etc.etc. Claro que existem bons religiosos, em todas as religiões, mas não é disso que estamos falando.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Religião, religiosidade, ateísmo, agnosticismo
Em números aproximados, pelo que se sabe, o Cristianismo tem no mundo 2,2 bilhões de adeptos.O Islamismo 1,6 bilhões.O Hinduísmo 900 milhões. A religião tradicional chinesa 400 milhões. O Budismo 380 milhões.O Xintoísmo 40 milhões de adeptos. O Sikismo 20 milhões. O Judaísmo 17 milhões .O Espitismo 13 milhões. O Wicca e Neopaganismo 2 milhões. A Umbanda 500 mil. O Candomblé 150 mil. Ainda há outras modalidades de grupos exotéricos como a Teosofia, Eubiose, Xamanismo em diversas correntes, etc. Há os que trafegam entre as religiões, sendo, por exemplo, cristãos ou judeus e espíritas ao mesmo tempo. Cerca de 750 milhões são ateus, Portanto, a expressiva maioria da população do mundo é religiosa de alguma forma. Sabe-se que 50% dos cientistas têm alguma forma de religiosidade, 36% acreditam em Deus e só 10% são puramente ateus.A grande maioria dos cientistas com alguma espécie de religiosidade não acredita em um Deus pessoal e existem muitos exotéricos que também não. Para muitos, Deus é uma energia que permeia tudo e todos, para outros é a própria vida ou a natureza. Nada de um ser com personalidade, que criou e comanda tudo no universo. Há também os agnósticos, seguidores da doutrina denominada “agnosticismo”, que considera inútil discutir temas metafísicos, pois são realidades não atingíveis através do conhecimento. Há os que consideram que um mundo sem religião seria muito melhor, outros, como os teosofistas, que trabalham por unir ciência, religião e filosofia numa coisa só. Seja como for, a religiosidade é forte em nosso planeta, predomina. Hoje, há muita especulação com a ciência e a física quântica e a religiosidade, tentando aproximar conceitos e métodos que, por definição, são opostos. E você, o que acha disso tudo?
quarta-feira, 8 de junho de 2016
As religiões separando os homens de Deus em nós
É óbvio, mas vale a pena ser dito sempre. Deus ou o nome que se queira dar, Inteligência Universal, Pai/Mãe, Cristo interno, Buda interior, Eu Superior, Grande Arquiteto, não tem nada a ver com religião e sim com religiosidade, espiritualidade, amor, compaixão. Ele habita em tudo e em todos, desconhece dogmas e sentimentos de separatividade. A grande mensagem de todos os grandes Mestres que passaram pela humanidade foi "O Reino dos Céus está dentro de Vós", "Conhece a ti Mesmo", "Conhecereis a Verdade (dentro de Vós) e a Verdade vos libertará". Cada um ao seu modo deu esta mesma mensagem, que a libertação/iluminação está dentro da gente. Aí os homens os consideraram Deus ou deuses e fundaram as religiões, dizendo para segui-los, que só este ou aquele é o verdadeiro messias, mestre,etc. Assim, em vez de religar, unir, as religiões separaram os homens em credos diferentes e até mesmo guerras e perseguições surgiram em nome de Deus. Assim, vendo os absurdos, muita gente ficou cética. Mas como dizia um cara que conheci, é melhor ser um bom ateu do que um mau religiioso ou espiritualista, ou do que um fanático. Muitas atrocidades e falcatruas sempre foram cometidas com a religião ou sacerdócio como escudo. Claro que há e sempre houve bons sacerdotes. Como há céticos maravilhosos. Espiritualidade nada tem a ver com religião. Pode haver dentro dela, mas não tem nada a ver com ela. Amor e compaixão não são propriedades de ninguém.
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