quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Unindo céu e terra
Não, não é uma questão de ódio, ao contrário, é uma questão de amor, amor pela humanidade, pelo nosso país, pela nossa gente. Combater o liberalismo e o fascismo que se uniram e que favorecem a poucos e prejudicam a muitos, é lutar pela paz, pela harmonia entre todos os seres, construindo uma sociedade justa e livre, que incentiva homens e mulheres de boa vontade a usarem seu livre arbítrio para ajudar a todos a evoluírem materialmente e espiritualmente, unindo aqui céu e terra
segunda-feira, 31 de dezembro de 2018
segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Espiritualidade sem consciência social não existe.
Você está no mundo não por acaso. Acredite ou não você pediu pra vir pra cá, porque aqui teria o que precisa, viver as experiências de que necessitava, para aprender, se autoconhecer, se relacionar, superar dificuldades, aprimorar seu espírito para evoluir, ser mais completo, mais inteiro.
Você veio branco, negro, vermelho, amarelo, homem, mulher, gay, bissexual, no Brasil ou em qualquer outro país. Veio para a Terra, onde e como teria o palco ideal para o seu drama com outros personagens que o ajudarão e atrapalharão na caminhada dentro de um roteiro flexível, que vai mudando no transcorrer no espetáculo de acordo com o seu desempenho e suas escolhas.
O roteiro básico é seu Karma e seu darma. Karma como efeito de causas que você plantou ao longo de sua jornada por vários planetas e neste aqui mesmo. Darma como o caminho da lei divina, da retidão, da justiça, do amor, da solidariedade, enfim, de bons valores que ajudam a viver em harmonia, a se autoconhecer, a conhecer o outro, a respeitar todas as formas de vida, a transcender o ego.
Não importa nada a religião que você segue e, melhor ainda, se você superou essa coisa de ter uma religião e entrou de fato no caminho de quem busca a verdade, que passa pelo conhecimento e sentimento de que a felicidade está dentro de você e dentro do amor por tudo e por todos. Portanto, dizer que tudo é como é e está bem assim é comodismo e não espiritualidade. Explicando: se existem pessoas pobres e ricas, pessoas doentes e saudáveis, você não deve aceitar isso passivamente como Karma e sim trabalhar para que todos possam ser felizes ao máximo, incluindo você, claro. Aceitar a vida como ela é não significa ficar parado diante dos problemas, mas aceitar que existem problemas e que eles podem ser resolvidos se você e todos colaborarem para resolver os próprios e os da humanidade, dentro do alcance de cada um, que pode ser esticado pela força de vontade, amor, conhecimento e sabedoria como meta. Ou seja, estamos dizendo que espiritualidade sem consciência social é impossível, pois o verdadeiro espiritualista trabalha pelo melhor para si e para os outros, sejam eles quem forem, como forem, onde estiverem aqui neste planeta, em todos os reinos: mineral, vegetal, animal, humano, encarnados ou desencarnados.
Aquela história do espiritualista que mergulha em si mesmo para encontrar a verdade e dane-se o resto não existe, pois estamos todos inter relacionados. Mergulhar em si mesmo, em busca de autoconhecimento, é fundamental, mas se você está se conhecendo de verdade está aprendendo a amar a tudo e a todos os seres.
Sair da caixinha das religiões, sejam elas quais forem, também é fundamental.
domingo, 9 de setembro de 2018
Apesar de você
Há os que não desistem nunca, mesmo quando o céu cai em suas cabeças, mesmo quando rasgam sua alma em pedaços, mesmo que venham os furações e os terremotos, mesmo que a calúnia e a injustiça destrocem sua imagem, mesmo que a traição venha, mesmo que os companheiros de jornada o abandonem, mesmo que fiquem sozinhos e abracem a solidão, mesmo que tenham muitas vezes vontade de morrer, mesmo que descubram a mentira dos que lhe juraram sentimentos, mesmo que paguem altos preços pelos seus ideais. Não desistem não por serem super-humanos, mas por amarem intensamente, muito mais do que sequer imaginavam poder amar. Há pessoas assim, são muito poucas é verdade, mas apenas algumas delas anulam a ignorância e a prepotência de bilhões, e fazem com que ainda valha a pena a caminhada.
segunda-feira, 18 de junho de 2018
quinta-feira, 14 de junho de 2018
Franz Kafka e a Boneca Viajante
Um ano antes de sua morte, Franz Kafka viveu uma experiência singular.
Passeando pelo parque de Steglitz, em Berlim, encontrou uma menina chorando porque havia perdido sua boneca.
Kafka ofereceu ajuda para encontrar a boneca e combinou um encontro com a menina no dia seguinte no mesmo lugar.
Nao tendo encontrado a boneca, ele escreveu uma carta como se fosse a boneca e leu para a garotinha quando se encontraram. A carta dizia : “Por favor, não chore por mim, parti numa viagem para ver o mundo. ”.
Durante três semanas, Kafka entregou pontualmente à menina outras cartas que narravam as peripécias da boneca em todos os cantos do mundo: Londres, Paris, Madagascar…
Tudo para que a menina esquecesse a grande tristeza!
Esta história foi contada para alguns jornais e inspirou um livro de Jordi Sierra i Fabra ( Kafka e a Boneca Viajante ) onde o escritor imagina como teriam sido as conversas e o conteúdo das cartas de Kafka.
No fim, Kafka presenteou a menina com uma outra boneca.
Ela era obviamente diferente da boneca original.
Uma carta anexa explicava: “minhas viagens me transformaram…”.
Anos depois, a garota encontrou uma carta enfiada numa abertura escondida da querida boneca substituta.
O bilhete dizia:
“Tudo que você ama, você eventualmente perderá, mas, no fim, o amor retornará em uma forma diferente”.
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